Esses dias alguém me cerceeou pelo tamanho da minha bolsa. Convenhamos, ela é realmente maior que a maioria das que eu já tive, mas todas as que eu já tive eram relativamente pequenas para a quantidade de coisas que eu costumo carregar , TODOS OS DIAS.
Enfim, vai saber Deus porque esse cerceamento ficou na minha cabeça e eu fiquei me questionando se eu realmente precisava carregar essa quantidade toda de coisas. Isso foi implicando num encadeamento de probabilidades organizacionais que acabaram em indagações quase filosóficas. Enfim, a conclusão que eu cheguei é que eu tenho é sorte de precisar carregar apenas materiais "de escritório" e objetos de higiene pessoal. Se eu tivese que carregar minha imaginação eu estaria perdida.fudida.com sérios problemas. Ia precisar de um guincho.
Aliás, comentário muito pertinente a respeito da minha imaginação: imaginação não é premonição. Na verdade, a minha funciona numa espécie de revés da premonição. É fato: se eu imagino , não acontece!
Vou passar a levar mais á sério a máxima que solto á torto e a direita: Palavras são sementes. Valendo a pena advertir: Pensamentos são regadores, do mal.
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2 comentários:
oh, pretinha. que texto rico e interessante. muito bom de ler. gostei mesmo. nem sei o que comentar, mas esse texto ta com um ar tao profissional que da gosto de ler.
Gosto desse seu tipo de texto. Propositivo.
ps.: o João tá com uns comentários esquisitos né?
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