Livro: Canalha, de Fabrício Carpinejar.
Livro de pequenos contos; histórias quase sempre ruins contadas por palavras muito boas. Tem a baranguice do amor e a coragem do flerte deslavado. Tem dessas frases curtas que fazem a gente conhecer a respiração do autor. Algumas objetivaçãos subjetivas ( do tipo "imaginação hidrata") são tão boas que a boca se voluntaria a mexer mas quem rí mesmo é a boca do estômago.
Enfim, esse livro tem disputado os meus minutos de transporte coletivo público ( que bênção) com xeroxs acadêmicos. E eu nunca vi xeroxs tão bons de briga, esses têm o poder da supermitose.
Mas eu estou doida para acabar esse livro.
Então eu apelei praquela hora imediatamente antes do sono e, ao invés de ler o primeiro conto a partir de onde eu havia parado, eu abri o livro um pouco mais à frente , porque eu sempre tento caucular o quanto falta pro fim, abri aleatoriamente e lí o título ANSIEDADE.
Li esse primeiro.
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1 comentários:
ótimo saber que o carpinejarcanalha está em boas mãos.
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